ELEVADOR LACERDA
Imponente e reconhecido como um dos ícones mais importantes do turismo de Salvador, o famoso Elevador Lacerda é muito mais do que uma ligação entre a Cidade Alta e a Cidade Baixa. Trata-se de um verdadeiro cartão-postal com a generosidade de oferecer aos seus visitantes uma maravilhosa vista panorâmica da Baía de Todos os Santos. Ë por isso, que além dos próprios baianos, não há turista que chegue na cidade e não tenha vontade de vê-lo de perto e registrar tudo em muitas fotos.
O equipamento foi criado pelo engenheiro baiano Antônio de Lacerda ( 1837-1885 ), idealizador da Companhia de Transportes Urbanos, primeira operadora de trenas de Salvador. Sua construção começou em outubro de 1896, com material trazido da Inglaterra, e foi concluída em 1873. Os festejos de inauguração aconteceram de 8 de dezembro daquele mesmo ano, no mesmo dia das comemorações de Nossa Senhora da Conceição da Praia, por sinal. A idéia era que a construção do elevador interligasse também as duas linhas de bonde Calçada/Praça Cayru e Graça/Praça Municipal.
Funcionando através de um sistema completamente hidráulico, o monumento foi chamado de Elevador Hidráulico da Conceição, depois de Elevador do Parafuso. Só em 21 de junho de 1896, por decisão do Instituto Histórico e Geográfico da Bahia (IGHB), foi batizado com o nome do seu criador, sendo consagrado Elevador Antônio de Lacerda, e logo depois simplificado.
O equipamento foi criado pelo engenheiro baiano Antônio de Lacerda ( 1837-1885 ), idealizador da Companhia de Transportes Urbanos, primeira operadora de trenas de Salvador. Sua construção começou em outubro de 1896, com material trazido da Inglaterra, e foi concluída em 1873. Os festejos de inauguração aconteceram de 8 de dezembro daquele mesmo ano, no mesmo dia das comemorações de Nossa Senhora da Conceição da Praia, por sinal. A idéia era que a construção do elevador interligasse também as duas linhas de bonde Calçada/Praça Cayru e Graça/Praça Municipal.
Funcionando através de um sistema completamente hidráulico, o monumento foi chamado de Elevador Hidráulico da Conceição, depois de Elevador do Parafuso. Só em 21 de junho de 1896, por decisão do Instituto Histórico e Geográfico da Bahia (IGHB), foi batizado com o nome do seu criador, sendo consagrado Elevador Antônio de Lacerda, e logo depois simplificado.
FORTE E FAROL DA BARRA
O Forte de Santo Antônio da Barra foi instalado nessa paisagem apenas 34 anos após o descobrimento do Brasil. A fortaleza, também conhecida como Vigia da Barra e Forte Grande, foi construída no começo do século XVI, em uma posição estratégica para guarnecer a Baia de Todos os Santos. Naquele época, no ano de 1598, a tradição era de que todas as praças de guerra fossem dedicadas a um santo, que protegeria o local do alcance da artilharia inimiga. O primeiro registro oficial de que Santo Antônio foi o eleito para o abençoar o forte da Barra data de 1705, quando o governador Dom Rodrigues da Costa expediu ordem dirigida ao provedor-mor da Fazenda Real do Estado para que assentasse praça de capitão ao Santo Antônio da Barra. A curiosidade é de que, como soldado, o santo tinha ainda direito a um soldo, que seria pago ao síndico do Convento de São Francisco. Em setembro de 1810 o santo foi promovido ainda ao posto de major e a tenente-coronel em novembro de 1814.
Nos primeiros séculos, o Forte era apenas uma trincheira montada em terra socada, feito de areia e taipa, pedra e cal. Na época da invasão holandesa, na primeira metade do século XVII, o Forte foi reformado pelos portugueses. A parede de defesa na Barra foi reforçada ainda com a construção dos outros dois fortes, o de Santa Maria e o de São Diogo. O Farol foi acrescentado à estrutura original do forte no final do mesmo século, para orientar os navios que entravam na Bahia de Todos os Santos, missão que é cumprida até hoje. Instalado sobre uma torre de alvenaria a 37 metros acima do nível do mar, o Farol do Forte de Santo Antônio da Barra foi o primeiro farol de todo o continente americano.
Na transição entre os séculos XVII e XVIII, o Forte de Santo Antônio da Barra recebeu a forma irregular de estrela, com quatro faces reentrantes e seis salientes. Era a nova linha de arquitetura militar portuguesa. Outras modificações no ano de 1937, quando foi concluído o serviço de eletrificação do Farol, sendo retirada a instalação incandescente a querosene. Hoje o alcance luminoso é de 70 Km para a luz branca, e 63 Km para a luz encarnada. Mais recentemente, uma reforma do Forte permitiu a criação do Museu Náutico da Bahia e também de um café.
IGREJA DO BONFIM
Desde o século 18, a cidade de Salvador pode admirar Nosso Senhor do Bonfim lá do alto da Colina Sagrada. Trata-se de um lugar sagrado para o povo, e recebe, diariamente, fiéis que pedem graças e pagam promessas. O atestado de tanta fé pode ser conferido no museu dos ex-votos, onde devotos deixam um objeto de cera em agradecimento pelas graças recebidas do santo mais popular da Bahia. Tudo começou quando Teodósio Rodrigues de Faria, oficial da Armada Portuguesa, trouxe de Lisboa uma imagem do Cristo, que, em 1745, foi levada para a igreja da Penha, em Itapagipe. Quase dez anos depois, em julho de 1754, a imagem foi ganhou igreja própria, e chegou ao alto da Colina Sagrada seguida de procissão. O santo ficou popularizado como o que cura doenças e salva vidas.
A fachada da Igreja do Bonfim, que é rococó, é coberta por azulejos brancos portugueses, que chegaram à igreja cem anos depois da constru-ção. O interior é neoclássico, com pinturas de homens e nuvens no te-to, feitas entre 1818 e 1820 por Franco Velasco. A Igreja guarda ainda, na sacristia, uma bela coleção de quadros de José Tehófilo, um dos pin-tores baianos do final do século XVIII.








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